The Open University
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19/05/2009 Avaliação:
Falho, desenvolvimento de compreensão individual e coletiva na base se reflete nas equipes profissionais
Sem prévia adaptação, atletas que acertam transferência para grandes centros da Europa encontram dificuldades para vingar
Bruno Camarão
Questionado sobre a principal qualidade de sua equipe, após o triunfo no Campeonato Paulista de 2009, o treinador corintiano Mano Menezes foi incisivo: a capacidade rápida de retomar a bola do adversário. E dentro do valor coletivo para a função, enalteceu a qualidade do meio-campo.
 
Figura carimbada em várias partidas nesta temporada, o jovem Boquita é comumente utilizado no setor, seja para atuar como um segundo volante, ou como principal armador, geralmente no posto de Douglas. Aos 18 anos, o recém-campeão da Copa São Paulo de Futebol Júnior parece não ter esbarrado em barreiras ao transitar do amador para o profissional. O comandante gaúcho apresenta um argumento.
 
“O Boquita encontrava muitas dificuldades de definição de jogada, pois cadenciava bastante. Tinha uma leitura privilegiada, mas a dinâmica da partida nessa categoria era mais corrida”, justificou Mano, até para explicar o fato de companheiros do atleta, como Marcelinho, Fernando Henrique e Jadson, terem se destacado mais na competição mais famosa da base.
 
“Quando ele [Boquita] chegou no profissional, diante de uma maior cadência, adaptou-se rapidamente. Com o Lulinha pode ter ocorrido o inverso, sem dúvidas”, completou o técnico, em referência à promessa que ainda não conseguiu se firmar no time de cima no Parque São Jorge.
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Dimensões: Alto Rendimento, Educacional
1 Comentários
Prof. Lucas Leonardo
Ola Bruno, parabéns pela excelente matéria/artigo de grande relevância para a educação física e o futebol.