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19/03/2010
Bicampeonato mundial de seleções dá sequência a encontro no Museu do Futebol
Série "Brasil nas Copas" terá debate com Francisco Michielin e José Renato Santiago; filmes referenciais serão exibidos ao público
Equipe Universidade do Futebol

Após o baque de 1950, com a perda do título em casa, diante do Uruguai, e a eliminação nas quartas-de-final para a poderosa Hungria, na edição seguinte, a seleção brasileira se agigantou. Mais do que quebrar o jejum em sua sexta participação em Copas do Mundo batendo a anfitriã Suécia, apontou para o surgimento do então menino Pelé.

A revelação do Santos foi decisiva na final, marcando duas vezes na goleada por 5 a 2. Mas não pode estar na campanha do bi, em 1962, no Chile - coube a Amarildo substituir o lesionado, também atuando com grande eficiência.

"O Garrincha teve um desempenho importante, mas não ganhou a Copa sozinho, não. Na partida decisiva, ele praticamente não jogou. O Amarildo ganhou a Copa no último jogo. Mas de uma maneira geral o título foi conquistado mesmo pelo grupo", contou Nilton Santos, outra lenda daquela equipe.

Essas e outras histórias compõem a linha cronológica de debates realizada no Museu do Futebol. Neste sábado (20), a série "Brasil nas Copas", comandada pelo Memofut - Grupo Literatura e Memória do Futebol, abordará o tema.

Francisco Michielin, médico e autor do livro "A Primeira Vez do Brasil - Campeão Mundial de 1958" (2008), e José Renato Santiago, coordenador do MEMOFUT e autor de alguns livros sobre futebol, incluindo "Copas do Mundo, das Eliminatórias ao Título" (2006), conduzirão o encontro.

Além disso, no período da tarde, dois filmes referenciais sobre "O Bicampeonato (1958/1962)" serão apresentados ao público: às 14h, exibição do DVD "A história das Copas - Vol. 1" 1958 e 1962. Logo depois, "1958 - O ano em que o mundo descobriu o Brasil", de José Carlos Asbeg, fecha o dia.

Para saber mais informações, visite a agenda da Universidade do Futebol.

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