Entrevistas
01/01/2010
Maria Luciana Vainstoc, professora do Instituto River Plate, na cadeira de Recursos Humanos
Psicóloga fala sobre prevenção de doping e seu trabalho para aprimoramento da concentração
Marcelo Iglesias

Pressão. Desde cedo, os jogadores de futebol têm de aprender a conviver com essa palavra. Com o passar dos anos e as mudanças de categoria, até chegarem ao futebol profissional, essa influência coercitiva aumenta por parte de treinadores, patrocinadores, familiares, amigos, etc. Portanto, é importante, o quanto antes, que os atletas aprendam a lidar com isso e saibam administrar o seu lado emocional.

Além dos jogadores, é interessante que a comissão técnica também passe por um tratamento periódico junto a um psicólogo do esporte, uma vez que treinadores, preparadores físicos, fisiologistas, nutricionistas e os demais profissionais do corpo técnico também sofrem pressões no desenvolvimento das suas funções.

Atualmente, professora do Instituto River Plate, na cadeira de Recursos Humanos, disciplina voltada para a carreira de dirigente esportivo, Maria Luciana Vainstoc é pós-graduada em Psicologia do Esporte, com licenciatura em Sociologia. Ela, há anos no mercado futebolístico argentino, já atuou desde o trabalho motivacional com atletas até o desenvolvimento de palestras sobre doping e drogas no esporte.



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