Adalberto Baptista, do marketing do SPFC
Diretor fala sobre case da LG e a viabilidade do Morumbi, palco da Copa-14, como fonte de negócio
Marcelo Iglesias
O uniforme do São Paulo está basicamente "limpo" desde a primeira quinzena de janeiro deste ano. Após o fim do contrato da LG, parceira do clube tricolor desde 2001, jogadores têm atuado sem marcas estampadas à frente e nas costas de suas camisas. Somente a IPS (In-Plane Switching, tecnologia utilizada em televisores de LCD), cujo vínculo termina em março, aparece nas mangas.
Por contrato, até 2 de março, a direção paulista tem de mostrar à multinacional sul-coreana todas as propostas que receber. Mas a intenção do São Paulo é mesmo dar início a um novo ciclo em termos de negócios.
"Vamos passar dos R$ 30 milhões. Vocês vão ter uma surpresa. E nossos números serão verdadeiros", proferiu recentemente o presidente Juvenal Juvêncio, cutucando valores astronômicos anunciados por rivais, como Flamengo e Corinthians, principalmente.